domingo, 26 de outubro de 2014

Ode a um hino.

Ouviram do Ipiranga (Tomara que tenham ouvido mesmo), as margens plácidas (Ah, pois é, mas agora está feito), de um povo heroico (Sim, heroico), o brado retumbante (Me pareceu que não tanto assim).

Se o penhor dessa igualdade (Ou divisão? Tomara que não), conseguimos conquistar com braço forte (Sim), em teu seio, ó liberdade, desafia o nosso peito a própria morte (Menos, menos)

Ó Pátria amada, idolatrada, salve! Salve! (Salve! Salve! Mesmo)

Brasil, um sonho intenso (Alguém ajuste o despertador), um raio vívido (Não desisto nunca), de amor e de esperança (Carnaval e futebol, também) à terra desce (Não é uma crítica a política econômica), se em teu formoso céu, risonho e límpido (Isso é culpa do São Pedro) a imagem do  Cruzeiro resplandece (Sem exageros, por favor).

Gigante pela própria natureza (Não é obra do PT nem do PSDB), és belo (Concordo), és forte (essa passa), impávido colosso (Já tinha dito, mas faço questão de repetir, sem exageros).

E o teu futuro espelha essa grandeza (Brasil, o país do futuro, sempre escuto essa, desde pequenininho), terra adorada (Isso é mesmo), entre outras mil, és tu, Brasil (Considerando todos os rankings internacionais).

Ó Pátria amada (Amo mesmo)!

Dos filhos deste solo és mãe gentil (Oh! se é, com a palavra...), Pátria amada (Já entenderam, não quero ficar me repetindo), Brasil (Be érre a ésse i éle)

Deitado eternamente em berço esplêndido (Precisava tocar nesse assunto?), ao som do mar e à luz do céu profundo (Humm, música e penumbra? Festa, será? Onde), fulguras (Pra que usar palavra difícil, mas nem brilha tanto assim. Ah ia esquecendo o Carnaval), ó Brasil, florão da América (Olha lá, sem convencimentos exagerados), iluminado ao sol do novo mundo (Nem tanto, até agora são só promessas)! Do que a terra, mais garrida, teus risonhos, lindos campos têm mais flores (Depende, tem vizinho com jardim mais florido, sem contar a Alemanha); nossos bosques têm mais vida (Contenha-se no exagero, já avisei), nossa vida no teu seio mais amores (Com certeza, o nosso amor perdoa tudo).

Ó Pátria amada, idolatrada, salve! Salve! (Salve! Salve! Mesmo)

Brasil, de amor eterno (Já falei sobre o amor) seja símbolo (Positivo, de preferência), o lábaro que ostentas estrelado, e diga o verde-louro dessa flâmula (Sim, sim, acho que entendi), paz no futuro (Sempre, pelo bem de todos) e glória no passado (O que é isso, vamos olhar pra frente!), mas se ergues da justiça a clava forte (Não há de ser tudo em vão), verás que um filho teu não foge a luta (R$0,20), nem teme, quem te adora, a própria morte ( satanás! Longe de mim qualquer adoração dessa ordem)

Terra adorada, entre outras mil, és tu Brasil, ó Pátria amada (Aham não precisa repetir)! Dos filhos deste solo és mãe gentil (, também já falou nisso, já entendi)

Pátria amada Brasil (Sim, sim, como não)


Illllllllll, (Mais um pouquinho de illll – adaptação livre ao trechinho eu te ai lóve iuu do clássico Pelados em Santos dos Mamonas Assassinas)

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