Ouviram do Ipiranga (Tomara que
tenham ouvido mesmo), as margens plácidas (Ah,
pois é, mas agora está feito), de um povo heroico (Sim, heroico), o brado
retumbante (Me pareceu que não tanto
assim).
Se o penhor dessa igualdade (Ou divisão?
Tomara que não), conseguimos conquistar com braço forte (Sim), em teu seio, ó
liberdade, desafia o nosso peito a própria morte (Menos, menos)
Ó Pátria amada, idolatrada,
salve! Salve! (Salve! Salve! Mesmo)
Brasil, um sonho intenso (Alguém
ajuste o despertador), um raio vívido (Não desisto nunca), de amor e de
esperança (Carnaval e futebol, também) à terra desce (Não é uma crítica a
política econômica), se em teu formoso céu, risonho e límpido (Isso é culpa do
São Pedro) a imagem do Cruzeiro
resplandece (Sem exageros, por favor).
Gigante pela própria natureza
(Não é obra do PT nem do PSDB), és belo (Concordo), és forte (Tá essa passa), impávido colosso (Já
tinha dito, mas faço questão de repetir, sem exageros).
E o teu futuro espelha essa
grandeza (Brasil, o país do futuro, sempre escuto essa, desde pequenininho),
terra adorada (Isso é mesmo), entre outras mil, és tu, Brasil (Considerando
todos os rankings internacionais).
Ó Pátria amada (Amo mesmo)!
Dos filhos deste solo és mãe
gentil (Oh! se é, com a palavra...),
Pátria amada (Já entenderam, não quero ficar me repetindo), Brasil (Be érre a ésse
i éle)
Deitado eternamente em berço
esplêndido (Precisava tocar nesse assunto?), ao som do mar e à luz do céu
profundo (Humm, música e penumbra?
Festa, será? Onde), fulguras (Pra que usar palavra difícil, mas nem brilha
tanto assim. Ah ia esquecendo o
Carnaval), ó Brasil, florão da América (Olha lá, sem convencimentos
exagerados), iluminado ao sol do novo mundo (Nem tanto, até agora são só
promessas)! Do que a terra, mais garrida, teus risonhos, lindos campos têm mais
flores (Depende, tem vizinho com jardim mais florido, sem contar a Alemanha);
nossos bosques têm mais vida (Contenha-se no exagero, já avisei), nossa vida no
teu seio mais amores (Com certeza, o nosso amor perdoa tudo).
Ó Pátria amada, idolatrada,
salve! Salve! (Salve! Salve! Mesmo)
Brasil, de amor eterno (Já falei
sobre o amor) seja símbolo (Positivo, de preferência), o lábaro que ostentas
estrelado, e diga o verde-louro dessa flâmula (Sim, sim, acho que entendi), paz
no futuro (Sempre, pelo bem de todos) e glória no passado (O que é isso, vamos
olhar pra frente!), mas se ergues da justiça a clava forte (Não há de ser tudo
em vão), verás que um filho teu não foge a luta (R$0,20), nem teme, quem te
adora, a própria morte (Xô satanás!
Longe de mim qualquer adoração dessa ordem)
Terra adorada, entre outras mil,
és tu Brasil, ó Pátria amada (Aham
não precisa repetir)! Dos filhos deste solo és mãe gentil (Tá, também já falou nisso, já entendi)
Pátria amada Brasil (Sim, sim,
como não)
Illllllllll, (Mais um pouquinho
de illll – adaptação livre ao trechinho eu te ai lóve iuu do clássico Pelados em Santos dos Mamonas Assassinas)
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